O seu espaço para o Patchwork é aqui

Aqui você vai encontar diversas dicas, fotos, vídeos, e artigos relacionados ao Patchwork e Quilting!

2ª Semana do Quilting

Quilting

O que é a Semana do Quilting?

A 2ª Semana do Quilting acontece de 29 de Maio até 04 de Junho de 2017.

Durante este período você terá acesso a um conteúdo exclusivo e inteiramente GRATUITO sobre o Quilting com a Ana Cosentino. O conteúdo será em formato de vídeo aulas que você poderá acessar quando quiser. Vamos conversar sobre o tema e também fazer aulas e exercícios práticos para ter uma noção básica sobre a técnica. Mas atenção, este conteúdo estará disponível apenas durante o período anunciado.

Será que eu consigo?

A grande maioria das pessoas tem MEDO. Acham que não vão conseguir fazer desenhos com a máquina de costura. Quantas vezes você parou diante de um trabalho quiltado e pensou “como será que se faz isso, será que consigo…”??

 

Nós sabemos, observando todos os nossos alunos que, na prática, o segredo é o treino feito a partir do método adequado. Há uma série de alunas na primeira turma que não quiltavam absolutamente nada e que agora estão fazendo maravilhas!

Veja alguns exemplos:

Izabel Bonatti Travesseiro

Joana Teresinha Nascimento‎

Rose Mary

 

 

O que é o Quilting?

É o nome dado à técnica de costura que prende as 3 camadas dos trabalhos de patchwork (topo + manta + forro) com pontos decorativos que dão estrutura ao trabalho e ao mesmo tempo decoram.

 

O quilting apareceu pela primeira vez na vestimenta de combate medievais. As camadas de tecido e forro, unidas por pontos formavam uma das camadas de proteção das armaduras dos guerreiros antigos e era formada por eles mesmos.

 

Fonte: https://hiveminer.com/Tags/medieval,needlework/Interesting

 

 

Fonte: http://squirespath.blogspot.com.br/p/gambeson-class-by-leonhart.html

Ele também pode ser feito à mão e essa atividade tem a tradição de reunir grupos de pessoas para fazer juntas um único trabalho. No geral são grupos de amigas, grupos religiosos de caridade e até  grupos de escoteiros. Era considerada uma atividade de desenvolvimento e socialização.

Fonte: http://saintcatherine.com/about/organizations/quilting-group/quilters-2/

Fonte: http://oursavioursmpls.org/quilting.html

Fonte: https://www.google.com.br/search?q=quilting+scout&rlz=1C1CHBF_pt-BRUS729BR732&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjbhdb1nZXUAhUPmJAKHdnqCGYQ_AUICygC&biw=1536&bih=686&dpr=1.25#imgrc=sg9tFvSLcOVadM

 

 

O quilting traz com ele muita história até chegar nos dias atuais. Caso você queira saber mais, faça o download do e-book que preparamos com muito carinho.

Clique aqui! 

 

Um trabalho bem aplicado é capaz de transformar totalmente o resultado final de uma peça. Agrega valor! Inclusive você pode fazer disso uma prestação de serviço. Há quem faça o quilting por encomenda e consiga assim uma renda extra.

 

Veja que maravilha o trabalho da brasileira Lucia Souza que foi premiado no Festival de Primavera de Paducah, nos Estados Unidos, este ano. 

Inscreva-se clicando aqui!

Você já se inscreveu na Semana do Quilting?

Você não pode ficar de fora dessa!

A seguir, alguns trabalhos da Ana Cosentino:

 

Fique atenta!

Temos certeza de que você vai adorar.

 

Até a próxima!

Equipe Ana Cosentino

Produção de Tecidos Japoneses

Tecidos Japoneses

A produção de Tecidos Japoneses é super interessante. Se você é apaixonada por tecidos , já deve ter visto aquele monte de importados, não é verdade? A principal coisa que diferencia o tecido importado do nacional é o preço. Mas não é só isso, embora a matéria prima (algodão) seja a mesma, o toque deles é outro, as cores parecem diferentes e mais vibrantes. Dentre os importados, já deve ter reparado como são diferentes os tecidos japoneses. Existem várias técnicas de fabricação e estamparia por lá.

Para os orientais os trabalhos manuais são tratados tão seriamente, que não é de se espantar ver o cuidado minucioso com que cada artesão desenvolve do tingimento e confecção dos tecidos japoneses. A seguir iremos conhecer um pouco melhor algumas das técnicas mais tradicionais.

(mulheres trabalhando com a matéria prima)

 

Tsumugi

 

(tecidos Tsumugi) 

Este é um tipo de fabricação do tecido tão tradicional que foi considerada um dos  maiores patrimônios imateriais do Japão e a UNESCO considera um patrimônio cultural intangível da humanidade. O processo é feito todo manualmente, desde o tratamento do casulo do bicho da seda, passando pela fervura, tratamento, fiação e o tingimento dos fios para só depois fazer a trama do tecido. Ele não é estampado, o desenho é criado através da trama de fios coloridos. Esses tecidos costumam ser utilizados para a confecção de quimonos e algumas peças utilitárias. Observe que processo interessante no vídeo a seguir:

 

Nishijin-ori

 

(tecido Nishijin)

 

Esta técnica já possui mais de 1200 anos e é originária da cidade de Nishijin. Os tecidos japoneses se formam da trama de fios coloridos, como no Tsumugi, mas neste caso os fios não são feitos à mão. Em sua maioria, as estampas criam desenhos tradicionais que retratam cenas cotidianas da história japonesa. Tem aspecto brilhante, acetinado e são bastante coloridos. Durante o período da guerra o tecido deixou de ser produzido, mas depois da guerra, com a soma do conhecimento e maquinário europeu, a produção foi retomada e modernizada. Os tecidos são utilizados para fazer cachecóis, quimonos de cerimônias e decoração.

Bingata

(painel artístico Bingata)

 

(quimono imperial feito com tecidos Bingata)

 

Bingata é uma técnica de estamparia artística que já tem mais de 400 anos e, dentre os tecidos japoneses, este é o que traz uma parte da história do Japão, pois essa forma de tingimento é originária da ilha de Okinawa e foi desenvolvida para atender as exigências do governo japonês sobre a ilha. É uma técnica que utiliza pigmentos naturais para tingir o tecido e stencil para criar os desenhos. O tecido é brilhante e geralmente traz desenhos com temas naturais. Durante a guerra o fornecimento de matéria prima ficou prejudicado, por isso determinadas cores, o amarelo, por exemplo, eram muito caras e acabavam sendo utilizada apenas para a vestimenta da nobreza. Já os tons escuros foram mais popularizados. Após a segunda guerra houve uma retomada desse processo produtivo, deixando a confecção sob a responsabilidade de algumas famílias que passam adiante os conhecimentos sobre a técnica e que mantém em segredo a formula do preparo da tinta. Os tecidos são utilizados, na maioria das vezes, para a confecção de quimonos para cerimônias. A confecção de um único quimono pode demorar até um mês, o processo conta com 10 etapas, por isso os preços são elevadíssimos. Mas são trabalhos fantásticos!

 

Sashiko

 

(tecido com bordado sashiko)

 

(reparo de peça usando a técnica sashiko)

 

Esta técnica é milenar e data do século XVII. Sashiko quer dizer “pequenas facadas”. É uma espécie de bordado funcional e ao mesmo tempo decorativo. Em princípio esse tipo de bordado era utilizado para fazer reparo em roupas rasgadas ou com a finalidade meramente decorativa. Por causa dos pontos o tecido fica mais estruturado e resistente. Sempre é utilizado o fio branco (que tem o nome da técnica “sashiko”)  sobre tecido azul índigo e os desenhos costumam ser geométricos. Sashiko é o nome do fio utilizado para fazer o bordado.

 

Shibori

 

(padrão de estampas shibori)

 

Shibori é uma técnica de tingimento de tecidos japoneses, geralmente feito em base branca, formando padronagens, desenhos e texturas diferentes. Tradicionalmente utilizam a cor azul índigo e algumas outras cores escuras. A técnica consiste em costurar, dobrar, amarrar ou prender o tecido de várias maneiras diferentes para então mergulhá-lo em tintura; as partes amarradas ou presas não são tingidas o que dá forma aos desenhos. Os primeiros shiboris datam do século XVIII e foram encontrados entre os pertences de um imperador. Há um número infinito de maneiras de se unir, costurar, dobrar, torcer ou comprimir o tecido para shibori, e cada maneira resulta em padrões muito diferentes. Cada método é usado para alcançar um determinado resultado e também para trabalhar em harmonia com o tipo de tecido usado. Portanto, a técnica usada em shibori depende não só do padrão desejado, mas das características do tecido a ser tingido. Além disso, diferentes técnicas podem ser usadas em conjunto para obter resultados ainda mais elaborados.

Há técnicas de shibori que podem criar desenhos multicoloridos, mais elaborados do que os padrões de estampas. Veja neste vídeo alguns exemplos:

 

 

Esperamos que você tenha gostado de saber mais esse modo de produção.

 

Até a próxima!

Equipe Ana Cosentino

Vamos para Feira de Paducah! 26 a 29 de abril

No ano passado, enquanto participávamos da feira de Houston, fomos convidados a participar de outra feira de patchwork nos Estados Unidos, a Spring AQS QuiltWeek 2017, a famosa feira de Paducah que acontecerá de 26 a 29 de Abril.

Pra quem não sabe o que é a feira de Paducah, nós vamos contar um pouquinho: Muito diferente do que estamos acostumados a ver por aqui no Brasil, esta é uma feira de patchwork que acontece duas vezes por ano (Primavera e Outono), na cidade de Paducah no Kentucky, Estados Unidos, e que fica concentrada em um grande pavilhão de exposições com dois grandes andares.


A feira é organizada pela AQS (American Quilter’s Society), a maior e mais antiga associação de quilting do mundo que está há mais 30 anos promovendo o patchwork, trazendo novidades do mercado, materiais, técnicas, muito conhecimento, excelentes profissionais e inspiração para quem gosta e trabalha com isso. Nesta época a cidade fica toda decorada com bandeiras/flamulas do evento. Para transitar por todos os espaços da feira, são disponibilizados ônibus que fazem o transporte gratuito entre os pontos de exposição.
Site: http://www.americanquilter.com/
Fica em Paducah também o maior e mais antigo Museu do Quilt que existe no mundo. Um espaço enorme criado em 1991, dedicado à exposição de trabalhos, programas educativos e que conta com uma biblioteca riquíssima sobre o assunto e um café aconchegante para que você faça a sua pesquisa. Quem ama o patchwork tem que visitar este museu pelo menos uma vez na vida. Os trabalhos expostos são simplesmente ma-ra-vi-lho-sos. Coisas fantásticas e até inacreditáveis pra gente ficar babando! E tudo é feito pelas melhores profissionais do mercado. Imagine que há um espaço tipo “calçada da fama” onde estão impressas as mãos das quilteiras mais famosas, não é o máximo? Já pensou ter suas mãozinhas entre elas?


Outra coisa que tem por lá, são as grandes lojas de suprimentos para patch. Você, por acaso, já ouviu falar da Hancock’s of Paducah? É a maior loja de patchwork do mundo. Um espaço gigante, cheio de tecidos, trabalhos e materiais de patch. Um negócio familiar criado em 1969. A loja conta com cerca de 90 trabalhos em exposição, tem uma infinidade de estampas (50.000 diferentes!) que ficam separadas por designer, já pensou quanta coisa bacana num lugar só? Dá pra se perder lá dentro e passar um dia inteiro só escolhendo o que comprar. Um verdadeiro “sonho de consumo”.

Se você é fã da Eleanor Burns, vai encontrar em Paducah também a sua loja Quilt in a day, que fica próxima ao Museu do Quilt. Vale a pena a visitinha!

Feira de Paducah

Feira de Paducah

A cidade de Paducah é pequena, com jeitinho de cidade do interior, sem muitos prédios altos e com poucos habitantes. O rio Tenesse circula toda a cidade, por isso foram construídos muros altos ao redor para conter as cheias do rio. Esses muros contem painéis com pinturas maravilhosas que contam a história local. Além disso, em 2013 a cidade foi eleita pela Unesco como a 7ª cidade do Artesanato e a Arte Folk do mundo, tamanha é a importância dos trabalhos manuais para a cidade.

É tudo muito legal, as amantes do patchwork vão adorar conhecer este evento. Se você tiver a oportunidade, vá! Mas se ainda não é possível ir até lá, fique ligadinho em nosso Facebook para acompanhar as transmissões que faremos pra te mostrar tudinho e aguarde o post que faremos na volta da feira pra contar pra você tudinho quer rolou por lá, tá? Por enquanto estamos só nos preparando…

Feira de Paducah
Um abraço!
Equipe Ana Cosentino

Patchwork Sem Segredos 83: Máquinas Industriais

Máquinas Industriais

Novo vídeo no meu canal do Youtube: Máquinas Industriais!

Essa é continuação da aula 82, onde falamos sobre máquinas de costura industriais…

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